Introdução
O passar do tempo é por vezes impiedoso. São poucos os de muita idade que dão graças à sabedoria, preferindo queixar-se dos joelhos e das costas que doem com o frio. Não são poupados sequer os significados das coisas sagradas, e assim veio o tempo para desnaturar o entender das ladainhas. Uma oração digníssima e de louvor grandioso, cujo nome transformou-se sinônimo de algo enfadonho e cansativo. A palavra ladainha vem de litania, que significa oração de invocação ou intercessão.
O reto entendimento das coisas nos faz amar àquelas que nos mostram ser boas. Assim sendo faz-se mister a compreensão das vontades expressas na oração, nesse caso específico da ladainha, a Ladainha Lauretana. Percebendo a honra que trazem os títulos que dirigimos à Santíssima Virgem, seu entendimento transforma o dito marasmo do que se habituou chamar por ladainha em uma movimentação de graciosidade da alma.
A Ladainha Lauretana ou Ladainha da Santíssima Virgem foi composta quando há pouco se encerrava a Idade Média. Guarda esse nome devido à aprovação do Papa Sixto V, no ano de 1587, dada à ladainha habitualmente utilizada pelos fiéis que freqüentavam a Santa Casa, na cidade de Loreto. Com essa aprovação, as demais ladainhas acabaram por ser suprimidas. Alguns dos títulos que constam atualmente foram acrescentados solenemente à ladainha original por uma série de Papas ao longo da história.
A Ladainha da Santíssima Virgem segue a seguinte estrutura:
- A santidade de Maria: Primeira parte é composta por três avocações, que destacam: a santidade de Maria como pessoa, seu papel como Mãe (genitora) de Jesus Cristo e sua vocação como virgem.
- Maria, a Mãe: Segunda parte composta por doze avocações referentes à maternidade de Maria.
- Maria, a Virgem: Terceira parte formada por seis títulos honra Maria como virgem, tratando não só de seus méritos como tal, mas também da eficácia de sua virgindade.
- Símbolos de Maria: Depois se seguem treze avocações simbólicas, em sua maioria retirados do Antigo Testamento e referentes a N.Sra, evidenciando suas virtudes e seu papel como co-redentora da humanidade.
- Maria, a Intercessora: Os quatros títulos seguintes exaltam o papel de Maria como intercessora nas obras de misericórdia espirituais e corporais.
- Maria, a Rainha: E no último trecho da ladainha exaltamos por meio de treze títulos Maria como Rainha.
Eis a oração na integra:
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.
Pai celeste que sois Deus,
tende piedade de nós.
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
tende piedade de nós.
Santa Maria, rogai por nós.
Santa Mãe de Deus,
Santa Virgem das Virgens,
Mãe de Jesus Cristo,
Mãe da divina graça,
Mãe puríssima,
Mãe castíssima,
Mãe imaculada,
Mãe intacta,
Mãe amável,
Mãe admirável,
Mãe do bom conselho,
Mãe do Criador,
Mãe do Salvador,
Virgem prudentíssima,
Virgem venerável,
Virgem louvável,
Virgem poderosa,
Virgem clemente,
Virgem fiel,
Espelho de justiça,
Sede de sabedoria,
Causa da nossa alegria,
Vaso espiritual,
Vaso honorífico,
Vaso insígne de devoção,
Rosa mística,
Torre de David,
Torre de marfim,
Casa de ouro,
Arca da aliança,
Porta do céu,
Estrela da manhã,
Saúde dos enfermos,
Refúgio dos pecadores,
Consoladora dos aflitos,
Auxílio dos cristãos,
Rainha dos anjos,
Rainha dos patriarcas,
Rainha dos profetas,
Rainha dos apóstolos,
Rainha dos mártires,
Rainha dos confessores,
Rainha das virgens,
Rainha de todos os santos,
Rainha concebida sem pecado original,
Rainha elevada ao céu,
Rainha do sacratíssimo Rosário,
Rainha da paz,
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
tende piedade de nós.
V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,
R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
Oremos.
Senhor Deus, nós Vos suplicamos que concedais aos vossos servos perpétua saúde de alma e de corpo; e que, pela gloriosa intercessão da bem-aventurada sempre Virgem Maria, sejamos livres da presente tristeza e gozemos da eterna alegria.
Por Cristo Nosso Senhor.
Amém.
Veremos um pouco do significado das avocações a seguir. Comecemos então a elucidar um pouco o grande tesouro do catolicismo que se encerra nessa belíssima oração:
Santa Maria ![]()
O nome da Santíssima Virgem, evocado nesse primeiro título, guarda em si já um número de qualidades admiráveis. Vejamos os significados de tão belo nome:
1.Seu nome significa “Senhora”, que curiosamente é uma outra palavra a qual vemos ter perdido com o tempo certo sentido inicial. Hoje muitas mulheres por uma vaidade boba não gostam de ser chamadas de senhoras, um título que expressa grande cordialidade, assim como em tempos já longínquos os homens em mostra de cavalheirismo ao apresentar-se emendavam ao seu próprio nome o adjetivo de “humilde servo”, ou então apresentavam-se “a seu serviço”.
Senhora, no caso, é referente ao poder senhorial, ou seja, assim como existiam senhores feudais e senhores de engenho cujo poder de mando cobria toda a terra a eles pertencente, Maria exerce sobre os homens soberania. Do francês podemos ver que a expressão de cordialidade referente às mulheres é madame, formado pela junção de duas palavras distintas, ma que significa minha, e dame que significa senhora, ou seja, é sinal distintivo de etiqueta a sujeição de chamar às mulheres de “minhas senhoras”. Cristo, porém, ainda preso à cruz, deu-nos Maria por Mãe, e assim fazendo, sujeitou o mundo a seu sublime senhoril. E eis, portanto, a grandeza de reconhece-la como Nossa Senhora, posto que é grande sinal de amor a Deus e de humildade.
2.O segundo significado que vemos trazer em tão doce nome é o de “Estrela do Mar”. Era costume daqueles que se aventuravam no mar guiarem-se pelas estrelas; através delas viam seu caminho no céu. Jesus, pois, fez dos apóstolos “pescadores de homens” e a Sua Igreja edificou sobre a pedra, que era Pedro. É fácil encontrarmos relatos a chamar a Igreja de “Barca de Pedro”, que segue guiada pela Estrela que brilha sobre o mar, a Estrela que revela o Caminho. Essa Estrela é Maria a servir-nos de exemplo, a guiar-nos na tribulação.
Desde a profecia de Simeão fez-se a vida de Maria um mar de amargura, sua alma transpassada por sete espadas, sete dores das mais profundas. Ela que atravessou esse mar com candura, sem nunca pecar, há de nos guiar em também atravessá-lo em direção à Vida.
Seu nome é tão doce e poderoso que alegra os anjos e atormenta os demônios, pois nem mesmo eles podem negar sua majestade.
Santa Mãe de Deus ![]()
Na tradução para o português somos levados a crer que tal título não está em lugar adequado, pois sendo Mãe de Deus, faria mais sentido encontrar-se na segunda parte da ladainha na qual são destacadas as qualidades maternais de Maria. Porém, temos que a tradução mais perfeita do larim (Sancta Dei Genetrix) seria não de Mãe de Deus, mas de Genitora, ou Genetriz de Deus, pois a essa avocação não é referido o princípio maternal propriamente, mas mais diretamente a qualidade de formadora, ou seja, a descendência de Cristo, Deus humanado, do ventre de Maria.
Não se passa que Deus tenha sido formado no seio de Maria, pois Deus é eterno. Vemos, no entanto, O anjo dizer a Maria que “O Espírito Santo virá sobre você, e a força do Altíssimo a cobrirá com sua sombra. Por isso, o Santo que vai nascer de você será chamado Filho de Deus” (Lc 1,35). Assim como ao visitar St. Isabel, sua prima, Maria ouve dela “Como posso merecer que a mãe do meu Senhor venha me visitar?” (Lc 1,43). Dessa forma ao dizermos ser Maria a Mãe de Deus, estamos em verdade afirmando a divindade de Cristo.
Temos então não que a divindade tenha sido gerada no ventre de Maria, mas dela nasceu Cristo que é o próprio Deus. Através dessa avocação percebemos como a dignidade dela é totalmente dependente da dignidade de Deus, e sendo ela a criatura com união mais próxima do Bem, é sua dignidade próxima do infinito. Mas ainda criatura é também próxima de nós, e dessa maneira atua como perfeita medianeira entre Deus e os homens; Nossa perfeita intercessora.
Santa Virgem das Virgens![]()
Com a formação da Nova Aliança, a pureza representada pela virgindade foi elevada. E em decreto do Concílio de Trento, temos como Dogma de Fé que a virgindade é um estado superior ao que proporcione à união carnal. A maternidade entre as mulheres judias era preferida à virgindade, tanto que era grande desgraça a infertilidade, desde antes da Anunciação vemos, no entanto, delinear-se os princípios da Nova Aliança tendo Maria optado pela castidade e assim permanecendo por toda vida.
Sua pureza como virgem resplandeceu, e de Deus era precioso tesouro, “Como açucena entre espinhos/ é a minha amada entre as donzelas” (Ct 2,2). E sua pureza a fez exemplo: “É melhor não ter filhos e possuir a virtude, porque a memória da virtude é imortal, e tanto Deus como os homens a conhecem” (Sb 4,1).
Mãe de Jesus Cristo![]()
Contemplamos com essa avocação Maria como Mãe de Cristo, e por essa via a ação de Jesus sobre a Terra.
Maria é Mãe de Cristo, Nosso Profeta. Ele veio ao mundo anunciar a Boa-Nova, e não havia uma vez sequer que Se pronunciasse que não fosse para tratar dos caminhos para a Salvação, que Ele, como Deus, veio para trazer-nos. Houve mesmo entre os judeus quem o reconhecesse como profeta: “Este é mesmo o profeta que devia vir ao mundo” (Jo 6, 14). As coisas que ensinava foram para todos, pois havia ordenado aos apóstolos “Ide e ensinai a todos os povos, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28, 19).
Maria é Mãe de Cristo, Nosso Rei. Rei de um Reino que não é deste mundo, assim como disse a Pilatos. A Igreja por Ele estabelecida haverá de durar até o fim dos tempos, sem que os portões do inferno sobre ela prevaleçam. É então nosso dever agir na Esperança desse Reino, (uma Esperança não só “informativa”, mas “perfomativa”, como nos ensina o Santo Padre Bento XVI, na Encíclica Spe Salvi) como súditos desse Rei.
Maria é Mãe de Cristo, Nosso Sumo Sacerdote. Nosso Sacerdote, que também enquanto vítima ofereceu a si mesmo pela expiação de nossos pecados. Ele continua a Si entregar diariamente por nós na Missa, de forma incruenta, pelas mãos do padre (In Persona Christi). E assim será enquanto durar sua Igreja, ou seja, até o fim dos tempos.
Na Missa segundo o chamado Rito Tridentino (forma extraordinária do Rito Romano), orações são proclamadas em três línguas: o grego, o latim e o hebraico; assim como nessas três línguas estava escrita a sentença de Jesus no alto da cruz. O grego é referente à ação de Cristo como Profeta, pois o grego era, em seu tempo, a língua tida por “universal”, algo como o inglês é dito ser hoje; O latim era a língua do Império Romano e, portanto, referente à ação de Cristo como Rei, pois é a língua dos súditos, ou cidadãos do Império; E o hebraico era a língua utilizada para a oração pelos judeus, contemplando assim à ação de Cristo como Sacerdote. É talvez justo, realmente, que a língua que mais ocupe espaço na liturgia seja o latim, pois sendo Jesus Rei exerce soberania sobre o restante, a língua que melhor expressa isso deveria ser a mais presente. Alguém poderia questionar se não seria assim o poder temporal superior ao espiritual, mas basta recordar que o Reino de Cristo é propriamente espiritual, portanto não há contradição.
Mãe da Divina Graça![]()
Assim como anunciou o Arcanjo Gabriel, Maria, mesmo antes do nascimento, e ainda mesmo antes da concepção de Cristo, estava repleta de graças (“cheia de graça, o Senhor é convosco”). Vemos que no latim é expresso de forma mais completa o significado da saudação do anjo, pois dela é dito ter “grátia plena” (plena de graça).
Livre das más inclinações acarretadas pelo pecado original ela continuou a crescer em graças enquanto viveu, pois não trazia por si amor algum, assim como para o mundo, tendo suas atenções apenas em Deus. Ela alcançou uma graça que nenhum outro ser alcançou, de ter o próprio Deus em si. Maria não só abundava em graças, como dela nasceu Aquele que é autor das graças. Os santos recebem graças suficiente para ajudar na salvação de um certo número de almas, ela, no entanto, recebeu graças para ajudar na salvação de toda humanidade, é por isso comumente considerada a medianeira de todas as graças.
Mãe Puríssima![]()
“Você é bela, minha amada, e não tem um só defeito!” (Ct 4,7). Não poderia sequer por um momento aquela que veio para esmagar a cabeça da serpente sob seus pés ter sido escrava do demônio. Todos os maiores santos nasceram com a nefasta mancha do pecado original, mas não Maria. Deus distribui graças de maneira desigual, concedeu assim graças em muito maior número a Maria, para que pudesse ela ser mãe de seu Filho. E desse grandioso número de graças foi ela merecedora, sendo pura em seu leito derradeiro de igual forma como no momento de sua concepção.
Mãe Castíssima![]()
Nunca houve alguém que amasse a castidade como ela. Seguindo os costumes da Antiga Aliança as mulheres judias tinham muito maior estima pelo privilégio da maternidade, do que o comprometimento com a virgindade. Mas assim não foi com Maria, pois que a partir dela nasceria Aquele que veio para selar a Nova Aliança. E ainda jovem comprometeu-se a esse elevado estado de pureza.
Podemos perceber esse seu amor pela castidade quando lhe aparece o anjo para dizer que seria mãe do Filho de Deus, e, em espanto, pergunta “Como vai acontecer isso se não conheço varão?”. Nem por um instante pensou em sacrificar sua virgindade, mesmo por tão grande honra, até que o anjo explicou-lhe que sobre ela desceria o Espírito Santo. Sua reação é de se estranhar estando ela prometida em casamento a São José, pois diante de tão sublime aviso, pensou primeiramente em como haveria assim de suceder querendo ela preservar sua castidade.
Por essas razões é tão louvável também o papel do casto esposo de Maria Santíssima. São José como o provedor da Sagrada Família, foi também o responsável por proteger a castidade de N.Sra.
Mãe Imaculada![]()
Como em pré-figura falou Isaías “o próprio Senhor vos dará um sinal: uma virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele se chamará Emanuel (Deus conosco)”. E assim Deus não desamparou-nos na esperança da profecia e fez a Maria, de pureza imaculada.
Imaculada Conceição, assim ela mesmo, Mãe de todos os homens apresentou-se à pequena Bernadete em Lourdes, sem que essa em sua inocência nem mesmo se desse conta das palavras que ouvia. Tão ornada de glórias foi a Bem-aventurada que a ela coube o duplo privilégio da maternidade e da virgindade.
Pura de toda mancha desde o nascimento deu à luz ao menino Jesus, ainda preservando sua pureza, pois a criança, Filho de Deus, era como a luz que atravessa os vitrais, e que ao invés de rompê-los os embeleza e engrandece. E por toda a vida depois nada vez para violar a solene promessa que havia feito.
Concede-nos, ó Mãe, teu auxílio na luta contra a tentação, para que vençamos na graça de Deus.
Maria é Mãe Intacta, pois em sua maternidade não experimentou nenhum dos tristes efeitos do pecado original. Nunca sofreu das enfermidades do corpo e da alma, que marcam a raça humana. Seu entendimento era claro, seu julgamento correto, e sua ciência era como a de nossos primeiros pais antes da queda. Gozou da mais completa liberdade, escapando dos maus desejos da servidão ao pecado. Concebeu do Espírito Santo, sem sacrificar sua virgindade e deu a luz ao Filho de Deus sem as dores do parto.
Até mesmo na morte Maria foi Mãe Intacta. Não morreu de doença alguma, nem mesmo de velhice. Morreu de um ardente desejo de reencontrar seu Filho amado; sua morte foi doce e calma, como se adormecesse, por isso chamamos tal acontecimento de Dormição. Seu corpo não chegou a corromper-se após a morte, novamente unindo-se a alma, foi assunta ao Céu; onde recebeu sua coroa de Glória e assumiu seu lugar de rainha.
Em sua incorruptibilidade espalhamos nossos esforços em buscar a pureza de corpo e alma.
(Continua…)
Prezado Senhor
Gostei muito sobre a explanação dos significadis das virtudes de Nossa senhora na Ladainha. Como posso ter acesso ao significado de todas que fazer parte da mesma.
Foi explicado 8 virtudes,o seu sentido , o que significa. Rezar conciente do significado e com o coração faz a oração mais profunda e prazeirosa. Ficarei muito grato se enviarem pelo e-mail as virtudes da ladainha ou indicar um livro que contenha todas. Grato tarciso
Caro Tarciso, Salve Maria!
A base de nossa exposição a respeito da Ladainha Lauretana aqui presente foi retirada dos seguintes sites (em inglês): http://campus.udayton.edu/mary//prayers/litanylor.html & http://catholicspirit.blogspot.com/2008/03/litany-of-blessed-virgin-mary.html, segundo uma tradução de nossa própria autoria, assim como alguns acréscimos. Esperamos assim que possível dar continuidade acrescentando outras avocações de Maria Santíssima.
Atenciosamente,
Gustavo.
continua… (aonde)
Prezados,
Gostaria de agradecer tão bela inciativa de terem realizado e disponibilizado o presente trabalho sobre a explicação da Ladainha Lauretana. Entendendo o significado, o que antes parecia uma mera repetição, transforma-se em bela oração, bela homenagem à Nossa Senhora.
Estou realizando um trabalho sobre Mariologia, para o Curso da Escola Luz & Vida, da Arquidiocese do RJ e recorri a este trabalho nas minhas pesquisas. Da explicação da Ladainha Lauretana, senti falta, de 02 avocações, sendo: 01, à Maria, MÃE e 01, à Maria, RAINHA, como segue:
1) “Mãe da Igreja”
Conforme consta na “estrutura”, apresentada no trabalho de explicação da Ladainha Lauretana: “Maria, a Mãe: Segunda parte composta por doze avocações referentes à maternidade de Maria.”, mas ao listar os nomes, só são apresentados 11 títulos de “Mãe”. Pelo que percebi falta a avocação: “Mãe da Igreja” ((http://www.vatican.va/special/rosary/documents/litanie-lauretane_po.html)
2) “Rainha da família
Conforme consta na “estrutura”, apresentada no trabalho de explicação da Ladainha Lauretana: “Maria, a Rainha: E no último trecho da ladainha exaltamos por meio de treze títulos Maria como Rainha.”, mas ao listar os nomes, só são apresentados 12 títulos de “Rainha”. Pelo que percebi falta a avocação: “Rainha da família” (http://www.acnsf.org.br (Associação Católica Nossa Senhora de Fátima). Muito obrigada por tão importante trabalho. Att. Elienai